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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Campanha - O Velado Despertar - Randal Faransir

         Seguindo a série de posts sobre nossa nova campanha, hoje vou apresentar a vocês mais um dos personagens, Randal Faransir, um espadachim filho de um rico mecador que pode canalizar magias através de sua espada.

Randal Faransir

Era um dia de céu claro e poucas nuvens, quando Elliot Faransir e Eleanor Faransir deram aquela grande festa. Pessoas de várias cidades e vilarejos de Sembia se reuniam na mansão do grande comerciante, localizada em Daerlun. Aquela celebração tinha um motivo especial: O primeiro filho do casal, Randal Faransir.
Elliot era tido como um dos comerciantes de maior sucesso de Sembia, tendo negócios com todas as cidades do Reino, caravanas e até mesmo com os magos vermelhos, cujos negócios eram mais estáveis e menos tensos do que com a maioria dos outros comerciantes. Tudo graças a grande habilidade de relacionamento de Elliot. Ele fazia com que todos que conversassem com ele se sentissem a vontade, mas apesar de seu carisma e bondade haviam aqueles que invejavam seu status. Alguns comerciantes viam seus negócios perderem força quando competiam com ele, isso fez com que vários o vissem como rival e até mesmo criassem uma inimizade hostil. 
Um deles se chamava Laudir Glacians e diferenciava-se da maioria por ser também um dos grandes comerciantes de Sembia e concorrer diretamente no comércio de itens mágicos, ele era um homem ganancioso e queria expandir seus negócios a todo custo. Boatos diziam que ele era capaz de atos maléficos, como mandar ladinos e mercenários atacarem caravanas rivais, rouba-los e até mesmo assassiná-los.
Neste cenário que Randal fora criado, teve uma vida em que não lhe faltou nada. Teve educação particular, um soldado da guarda como tutor e quando Randal completou 12 anos começou a treiná-lo na arte do combate. Seu nome era Arthur Godwell, um soldado veterano e aposentado, muito amigo de Elliot. Muito curioso, Randal sempre pedia para o pai para acompanhá-lo nas negociações sempre que possível e sempre mexia nas mercadorias, com ou sem consentimento do pai. Aprendeu sobre as pessoas do reino, aprendendo como respeitá-las e que sempre deveria querer o bem delas, pois graças a elas e , claro, a Tymora que os negócios iam bem. Quando completou 14 anos sua mãe, Eleanor Faransir faleceu por causa da pneumonia, fato que chocou muito a família e a população.
Foi nessa época que Randal, procurando algo ao qual se refugiar, se apaixonou pelas artes arcanas. Sempre acompanhando os negócios do pai com os magos vermelhos, Randal fascinava-se com o jeito de agir e de se vestir daquelas figuras. Quando via os itens mágicos funcionando então, era com pura alegria. Pediu ao pai que lhe desse algum material ao qual pudesse consultar para que pudesse saber mais, seu pai não vendo problemas o presenteou com livros que comprou diretamente dos magos. Em apenas quatro anos de estudo, Randal já havia dominado a arte arcana em sua essência e  conseguiu combiná-la com as artes da guerra que aprendida com Arthur.


Uma semana depois de completar 18 anos, Randal foi em uma viagem com Arthur, para conhecer as redondezas e ter algumas experiências “adultas”, conforme seu pai dissera. No caminho de volta sua carroça foi atacada por ladrões, que atearam fogo nela e os atacaram. Arthur conseguiu pular, mas Randal não pulou a tempo e acabou caindo em um barranco com a carroça.
Quando ele acordou já era noite. Levantou confuso e, aos trancos e barrancos, tentou achar o caminho de casa. Dois dias depois chegou em sua casa, cansado e faminto. Ao se deparar com conhecidos ficara sabendo que estava rolando um boato de que ele tinha morrido no ataque e que com isso seu pai havia se suicidado. Não acreditando, ficou em choque. 
Algumas horas depois Arthur o encontrou, o abraçou e disse que precisava falar com ele com urgência. Ao entrarem em um aposento seguro, Arthur disse que tudo foi armação de Laudir. O plano era matar Randal e depois forjar um suicídio de Elliot. Mas Arthur havia descoberto que seu pai fora encontrado morto antes mesmo do ataque a carroça acontecer e que emissários que já haviam sido vistos com Laudir, foram vistos ao redor da casa momentos antes do “suicídio”. Randal, enfurecido, prometeu a Arthur que traria a justiça. Laudir não poderia ficar impune dessa. Ele investigaria e colocaria Laudir em seu devido lugar, junto com assassinos e ladrões. Assim Randal começou sua jornada.

Créditos da história: Vinicius Masiero


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Campanha - O Velado Despertar - Baltazar

     Meus caros, começamos a alguns meses essa nova campanha, comigo mestrando. Ela é ambientada em Sembia, um reino de Forgotten Realms, conhecido pelo seu comércio feroz e temerário, características que se refletem na população, sempre procurando formas de obter lucro. Primeiramente vou apresentar os personagens, começaremos pelo Baltazar, guerreiro e ferreiro.

Baltazar
         Baltazar é filho de Miguel e Ana, um casal camponês de Sembia. Miguel e Ana possuem uma propriedade rural onde residem e vivem do cultivo de hortaliças e mato de corte. O fruto de seus trabalhos é vendido para mercadores.Não satisfeito com a rotina da vida no campo, Baltazar partiu para a cidade. Comprou um velho saloon em uma das esquinas da via principal, reformou e o transformou em uma forjaria. Estava decidido, seria um fabricante de armas.
        Ele vive em sua forjaria. Uma boa construção de 2 andares. No térreo tem sua forja, seus instrumentos; um amplo salão com uma lareira, algumas poltronas resquícios do bar que incluem inclusive um pequeno balcão; um depósito de materiais; um banheiro (quarto de águas) e um depósito vazio, reservado para guardar armas, quando e se, um dia, Baltazar resolver trabalhar mais e criar um estoque. Por hora, Baltazar está bem realizando um trabalho por vez. Consegue viver razoavelmente bem e tem bastante tempo livre. Uma maravilha para um jovem solteiro.
           Aos fundos, junto à forja, há um pequeno estábulo onde Baltazar mantém um cavalo negro. Cavalo esse que veio com ele lá da fazendinha do seu Miguel e da dona Ana. No segundo andar fica o quarto. Uma peça ampla, com pouca mobília e uma cama. Um tapete de pele de urso torna o chão de madeira mais aconchegante.
         Baltazar é frequentador das tavernas de Sembia. Ora para beber no balcão, jogar conversa fora e paquerar meretrizes; ora apenas para comprar um barril de cerveja e apreciá-lo no conforto de sua casa. Mas, apesar da boa vida que leva, ele almeja ser mais que um simples armeiro. Ainda quer conhecer o mundo e um dia ser tão hábil na lida com a espada quanto é na sua confecção. Baltazar quer ser herói.

             Créditos da História: Márcio Uebel Caparreli de Andrade (jogador do Baltazar)



segunda-feira, 21 de maio de 2012

O Funeral de Auril

         Olá caros leitores! Saímos limbo com um breve conto para vocês, é sobre o que está rolando na nossa campanha atual, escrevi esse texto após a última sessão de jogo em que uma das personagens morreram.
          O conto narra de maneira difusa os últimos acontecimentos na vida de Auril e como Ben-Hur se despede dele. Auril fora um bárbaro das terras geladas do norte, e morrera em uma arena, após entrar em fúria e tentar defender a vida e honra de seus aliados.



          Vamos a ele:

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Morte de um personagem

     Alôu tigrada! Esse tempo em uma conversa a cerca de estilos de mestrar com meu caro colega Christian, chegamos num ponto da conversa que acho legal dividir com vocês, a morte de um personagem. Quando um personagem deve morrer? Por quê? Sobre isso que falarei hoje!


     Em algumas campanhas jogadores morrem indiscriminadamente, afinal é fácil revive-los com os recursos certos, não é? Isso é uma pena, pois assim banalizamos esse evento que poderia ser marcante a ponto de mudar toda a história do jogo e eu acredito que os mestres tem a responsabilidade de saber quando usa-la e de usa-la bem. Alguns talvez pensem que quando o jogador faz aquela merda que fode tudo burrada básica, a morte é a punição lógica a ser aplicada, eu já discordo, tente explorar interpretativamente essa falha de seu jogador, tente construir algo desse erro, situações, eventos e talvez até mesmo missões.
     Certa vez em um grupo, uma de nossas jogadoras(sim, JOGADORA) ia tirar umas férias das sessões, então após uma série de eventos tristes para a personagem dela, ela resolveu suicidar a personagem enquanto ela estaria dando um tempo no RPG. Após a morte dela o grupo seguiu desolado por um tempo, até que em determinado momento ela pode voltar a jogar, e realizamos uma campanha nada mais que ÉPICA, para poder ressuscita-la. Já que havia sido um suicídio tivemos que ir até o plano do deus dela e levar a alma dela na porrada de volta pro plano material. Esse é um ótimo exemplo de como as mortes dos personagens podem e DEVEM significar algo.

     Um abraço e até a próxima!


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

História e RPG

     E ai galera, tudo certo? Hoje eu vou falar de uma coisa que cedo ou tarde acaba fascinando todo jogador de fantasia medieval, a história medieval real de nosso mundo, uma fonte de inspiração inacabável eu diria, que pode enriquecer e muito nossas campanhas.
     No mês passado iniciamos uma nova campanha, com novo mestre e tudo (quem quiser conferir a história do meu personagem, o post é o anterior a este xD), e o mestre nos deu liberdade para criarmos nossos próprios estilos de combate, que dentro da mecânica do D&D 3.5 é algo poderoso para um guerreiro se ter. Com mais essa faceta do personagem para criar, eu me vi um pouco sem ideias e resolvi recorrer a dados históricos, o que rendeu algo interessantíssimo.
Flamberge

     Meu personagem usaria uma Flamberge (foto acima), então eu comecei a pesquisar sobre a arma, ver se algo me surgia para montar um estilo de combate. Pesquisando sobre ela descobri que ela foi usada principalmente na Alemanha, na primeira metade do século XVI, quem as empunhava era chamado de "Doppelsöldner", que significa "mercenário dobrado" em tradução livre, pois estes ganhavam o dobro que os outros mercenários das tropa. Sua principal função era ser a linha de frente da infantaria, destinado a quebrar lanças e piques das primeiras linhas do inimigo, possibilitando assim uma brecha em suas defesas e abrindo espaço para uso da cavalaria. 
     Claro que pesquisei isso tudo na internet, sem recorrer a fontes mais "sólidas", mas isso já foi o suficiente para me inspirar e para desenvolver o estilo de combate que postarei mais tarde, ainda nessa semana, aqui no blog. Então se você estiver em um momento de baixa inspiração, procure alguns dados históricos sobre os aspectos de sua campanha, tenho certeza que algo irá surgir!
     Forte abraço e até a próxima.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

História de personagem

     E ai galera! Quanto tempo né? Deixamos os Crônicas as traças mais uma vez. Pra sair um pouco da tumba estou postando a história de um personagem que criei para uma campanha que vai se iniciar amanhã (12/01).

    É a história de um guerreiro, segundo filho homem de uma família nobre do sul do reino de Amn (Forgotten Realms). Junto da história, que poderá ser baixada no link abaixo, está a historia da família e da relíquia sagrada deles, a Chama de Torm, uma belíssima flamberge mágica.

    Anuril, o bárbaro das florestas gélidas ao norte é o personagem do outro jogador, Alexandre.

     Grande parte da inspiração para essa história veio da Guerra dos Tronos, quem é demente e não conhece vale a pena conferir, é um épico inigualável, de George R. R. Martin.

Link para download do pdf da história: História de Ben-Hur

Brasão da Família Medelwyr

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Interpretando Sonhos e Aspirações

           Olá leitores! (talvez eu devesse usar o singular ai, mas tudo bem) vou falar hoje sobre sonhos e aspirações dos personagens, de como acho isso importante para a construção dele e do jogo em si. Provavelmente meu seu personagem tem outros pensamentos além de entrar na masmorra na frente dele e pegar aquele pergaminho, não é? Esse não é o objetivo de vida dele, estão entendendo aonde quero chegar?
 
          Certa vez eu interpretei um  jovem bardo humano, a campanha foi muito boa, joguei desde os primeiros nives até o épico. E independente da aventura que ele se envolvia, o seu fascínio pelos elfos era visível, ele desejava se tornar um, viver incontáveis anos e historias. No decorrer da trama ele passou a conhecer melhor os elfos e descobrir que eles guardavam muitos segredos, que por vezes não deveriam ser guardados e sua admiração diminuiu, ele almejava ser outra coisa, mas ALGO ele almejava. Acho importante definirmos esse tipo de coisas para nossos personagens, os dá mais solidez, mais realidade.
         Eu dei um exemplo de um bardo, um personagem sonhador por si só, mas até o mais prático dos guerreiros terá sonhos e aspirações na vida. Ser o melhor espadachim jamais visto a andar sobre a terra? Possuir o maior e mais temido exercito do mundo? O que devemos atentar é que ele vai ter outros desejos que não o de resolver a aventura imediata, completar a missão, todos temos isso em nossas vidas, nosso personagens também deveriam.
           As possibilidades são inúmeras, se fores um clérigo teu desejo pode ser liderar o templo aonde foi treinado, ou ainda algo mais individual, como fazer por merecer contato direto com sua divindade.Um druida pode ter como sonho aumentar a floresta que cuida, expulsar certos invasores. Um ranger pode querer ser conhecido como maior caçador de todos os tempos, ou até eliminar uma raça de inimigos da sua região. As ideias estão ai, o importante é não nos esquecermos que nossos personagens também sonham com algo.

 
Comentem se quiserem, obrigado!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Reporte de Campanha - 1º Encontro - Parte III - FINAL

Olá, nobres leitores!

Vamos a última parte desse primeiro encontro, o tempo tem andado curto para as coisas que eu gosto de verdade e o blog ficou meio de ladinho, mas agora ai está, a próxima parte! Espero que gostem, e que comentem.


OS PERSONAGENS

   Lacunian Elthal: Meio-elfo feiticeiro e servo de Lathander (Deus do Amanhecer). Foi criado com seu primo Joshua e sua tia Maria, a quem chama de mãe, nas redondezas de Queda da Adaga em Vale da Adaga. Sua aventura começa quando ele e Joshua estão voltando do templo aonde estudam para casa, e encontram sua mãe/tia desaparecida.

   Joshua: Humano paladino de Lathander. Foi criado por sua mãe Maria, juntamente com seu primo meio-elfo Lathander. Além de ser um campeão de Lathander, ainda é portador do Fogo Primordial. Sua aventura começa junto com Lacunian, pelos mesmos motivos.

 Callas e Onnalas: Elfos selvagens e druidas, são irmãos que sempre viveram juntos. Callas e Onnalas são sobreviventes de um massacre a sua antiga vila, que idolatrava a deusa élfica da natureza e os lobos. Sua aventura começa quando seus lobos são capturados e eles decidem seguir os caçadores.

A HISTÓRIA ATÉ AQUI

   Joshua e Lacunian voltavam para casa para alguns dias de descanso, lá chegando encontraram a casa revirada e sua mãe Maria, desaparecida. Callas e Onnalas também foram levados a casa de Maria, mas seguiam o rastro que os caçadores raptores de seus lobos haviam deixado, ao chegar na casa acharam seus animais mortos. O encontro dos personagens foi tenso pois Lacunian e Joshua achavam que os druidas eram responsáveis pelo desaparecimento da mãe deles e eles achavam que os servos de Lathander eram os culpados pelos lobos, houve um breve, porém sangrento, combate antes de todos se entenderem e chegarem no consenso de se unir para ir atrás dos caçadores e de Maria. Seguindo o rastro a partir da casa o grupo é levado até a entrada de uma floresta, aonde entram sem exitar.
   Na floresta eles andam por algumas horas até se depararem com um acampamento abandonado, que na verdade ocultava a entrada de um esconderijo Zentharin. Lá dentro encontram vários documentos falando de possíveis ataques a Vale da Adaga e também indícios de que Maria tivesse passado por ali, mas nenhum sinal de aonde ela teria ido. Pouco antes de saírem do esconderijo descobrem uma passagem e decidem segui-la.
 Aonde a passagem levará? 

CLIQUEM ABAIXO PARA DESCOBRIR!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Reporte de Campanha - 1º Encontro - Parte II

   Olá caros leitores!

   Sem mais delongas, vamos ao que interessa:

OS PERSONAGENS

   Lacunian Elthal: Meio-elfo feiticeiro e servo de Lathander (Deus do Amanhecer). Foi criado com seu primo Joshua e sua tia Maria, a quem chama de mãe, nas redondezas de Queda da Adaga em Vale da Adaga. Sua aventura começa quando ele e Joshua estão voltando do templo aonde estudam para casa, e encontram sua mãe/tia desaparecida.

   Joshua: Humano paladino de Lathander. Foi criado por sua mãe Maria, juntamente com seu primo meio-elfo Lathander. Além de ser um campeão de Lathander, ainda é portador do Fogo Primordial. Sua aventura começa junto com Lacunian, pelos mesmos motivos.

 Callas e Onnalas: Elfos selvagens e druidas, são irmãos que sempre viveram juntos. Callas e Onnalas são sobreviventes de um massacre a sua antiga vila, que idolatrava a deusa élfica da natureza e os lobos. Sua aventura começa quando seus lobos são capturados e eles decidem seguir os caçadores.

Cliquem ai embaixo para ver o resto!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Reporte de Campanha - 1º Encontro - Parte I

     Finalmente estamos inaugurando o ano no blog ein? Mas como muitos dizem, o ano começa só depois do carnaval mesmo...
     Vamos ao que realmente interessa? Ano novo, mestre novo e campanha nova! E junto com tudo isso vamos tentar fazer um reporte dessa nova campanha, tentarei reunir de uma forma sucinta o que se passou, espero que gostem, mas já aviso que é uma EXPERIÊNCIA, coisas estranhas podem aparecer ai no meio.
     Então cliquem ai para ver o que se passou.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Mimando Jogadores

      Certa vez vi o Tio Nitro usar a expressão "Mime seus jogadores", e isso realmente fez MUITO sentido para mim. Há alguns meses trocamos de mestre no nosso grupo, e eu passei a mestrar. E eu tenho usado algumas coisas que são bem simples, mas eu acredito tornar o jogo mais interessante para ambos os lados.

terça-feira, 11 de maio de 2010

A busca pela verdade (ou a condenação do mundo?)


Você conhece a série The Legend of The Seeker? Se não conhece, leia primeiro a Sinopse da Wikipédia (veja a seguir).


A busca de verdade desse herói, chamado de Seeker, é realmente um tema muito interessante. O produtor Sam Raimi (de Homem-Aranha) e a equipe de Xena e Hércules são alguns que "meteram a mão" nesse seriado. Eu olhei a primeira temporada (ainda não li os livros) e a série está chegando próximo do fim, atualmente no 18º episódio dos 22 que a segunda temporada promete. 

O que eu achei legal na história é o conflito interno do personagem principal. Ele é um hábil "paladino-matador-de-inimigos", e sua missão principal é derrotar o arqui-inimigo (e irmão) Darken Rahl. O Seeker carrega a Espada da Verdade, um dos artefatos mais poderosos do mundo, que é uma espécie de vingadora sagrada. Até aí tudo bem, nada de anormal. Na 2ª temporada, após derrotar o seu irmão, o Seeker abre uma fenda entre inferno e terra e passa a enfrentar nada mais nada menos que o próprio Diabo, chamado de Guardião. 

O grande conflito é: cada inimigo que o Seeker derrota é enviado para o inferno, fazendo com que ele fortaleça cada vez mais o exército inimigo. A tal fenda que ele criou ao matar seu irmão (agora o General das tropas do inferno) permite que o Guardião envie Banelings, seres que são ressuscitados para servir aos propósitos do Guardião. São almas que devem matar para manter-se "vivos" na terra. O Seeker fica dividido entre proteger seus amigos e as pessoas das Midlands, ou não fazer isso e evitar o fortalecimento do exército do Guardião.

Resumo do que quero dizer:
Fazer o bem ou fazer o mal é apenas uma questão de ponto de vista.
E o que vocês acham? É possível trazer conflitos como esse para a mesa de jogo?
Comentem!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Auxiliando em Backgrounds

          Em um dos últimos posts do nosso amigo e aliado, Erick, do RPG do Mestre, ele fala sobre backgrounds fracos, e como utilizá-los. Ele me inspirou a falar sobre ajudar o jogador a consertar a merda melhorar seu BKG.
      
Vou tentar abordar da forma mais simples possível, se não gostarem, tento explicar melhor de outra forma. Vamos lá.



quarta-feira, 28 de abril de 2010

Simplicidade no RPG: quer fazer um voto de pobreza?

Hoje vamos falar de um combo ótimo gancho para interpretação. Esse talentinho do Book of Exalted Deeds já deu muito o que falar no nosso grupo. Lembro de uma campanha em que um jogador mala ficou tentando convencer outro de que DEVERIA fazer o tal Voto de Pobreza. Na ocasião, esse chato não pensou na vida de São Francisco de Assis (foto), mas sim nos benefícios de jogo. Tem outro jogador (maligno por essência) que aceitou interpretar um inédito personagem de tendência Leal e Bom na nossa 1ª campanha de Dragonlance, com a condição de ser um combista oportunista humilde e simples servo divino que fez voto sagrado e de pobreza.

Aí vai a descrição traduzida deste talento e de outros talentos relacionados. A fonte, como já falei, é o Book of Exalted Deeds, que apelidamos carinhosamente de "Livro dos Bonzinhos".


Voto de Pobreza (exaltado)
Pré-requisito: voto sagrado
Beneficio: você será presenteado pelos deuses gradativamente com sua evolução de acordo com a tabela abaixo. Todos os benefícios são cumulativos, exceto os talentos bônus, para personagens que o peguem em níveis acima do 1°.
Especial: você não deverá obter mais que o necessário para sobreviver. Você poderá usar qualquer arma ou armadura desde que ela não seja mágica nem obra-prima. Você sempre usará roupas simples sem propriedades mágicas. Você carregará comida para somente 1 dia. Você ainda poderá conjurar magias, mas não poderá ter qualquer tipo de objeto mágico ou poção, embora ainda possa beber ou receber benefícios de qualquer magia de algum aliado, desde que não peça. Conjuradores que usam componentes somáticos em suas magias poderão trocá-los ao custo de 1 XP para cada 5 PO. Caso quebre o voto você perderá qualquer benefício adquirido. Caso esteja sobre efeito algum tipo de magia deverá pagar uma penitência para obter os benefícios de volta.




Dicas para Background: Arquétipos de Personagem

Finalmente vou postar algo do qual eu me lembro quem é o autor - ainda bem que o Leonardo não me deixa esquecer disso. São dicas para criar uma história, incluindo Arquétipos de Personagem. O material foi escrito pelo Cristiano "Gun Hazard" Teixeira.


terça-feira, 27 de abril de 2010

Sistemas de recompensa para interpretação

          Nossas últimas campanhas estavam recheadas de boas ideias, mas parece que nós jogadores, só conseguíamos partir para o bom e velho "Matar e pilhar", desdenhávamos de interações sociais e sempre resolvíamos da maneira mais combativa possível, com personagens montados para isso. Para mudar esse nosso jeito Conan simplista de ser, eu propus uma nova campanha aonde pretendo focar em outras resoluções, e principalmente beneficiar o personagem pela interpretação.
          Tendo isso em mente nosso amado grupo discutiu e saímos com algumas ideias que podem ajudar outros também (Ok, UMA ideia, a outra nós kibamos do livro do Dragonlance)








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